sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Assim não dá!
Tricores do céu e da terra, o Fluminense fez mal ao empatar com o Goiás no Engenhão. Era um jogo fácil na teoria, que se tornou dificílimo na prática, acima de tudo, porque o tricolor jogou muito mal.
Principalmente, no primeiro tempo. Mesmo com os retornos de Fred e Deco, o time de Muricy Ramalho criou pouco, a má pontaria nas conclusões (até no pênalti, que só entrou por falta de sorte do goleiro Harley). A ponto de, mesmo depois de empatar, ainda correu sério risco de perder, num contra-ataque, já nos acréscimos, em que Felipe, livre, isolou a bola por cima da baliza de Ricardo Berna, lance parecido com o do Maracnà no jogo contra o Flamengo, mas naquela ocasião a bola entrou.
O que se pode concluir é que quando Conca é anulado o Flu desaba. E se os adversários souberem disso e tratarem de escalar um marcador de ponta para acompanhá-lo o tempo todo, o Flu não jográ bem. Muricy precisa encontrar alternativas, nas três rodadas finais para conseguir recuperar esse ponto perdido. E Fred e Deco, ainda sem ritmo,, terão que ajudar.
Quentinhas: As eleições do Flu marcadas para o próximo dia 3 podem ser uma enorme fraude. Isso porque em levantamento feito pela chapa de Peter Siemsen, foram descobertos nomes de 259 falecidos, numa pesquisa que buscou até agora menos de 60% da lista oficial dos sócios considerados aptos a votar. Alguns deles morreram há mais de 30 anos! Um absurdo! E como diria Nelson Rodrigues, "Os vivos sairam de suas casas e os mortos de suas tumbas", mas não para ver o Fla x Flu, e sim para eleger a chapa da Unimed. Espero que os tricolores do céu, aos que me referi no começo do post, não interfiram na eleição.
Num parâmetro que gira em torno de 2 mil eleitores a cada eleiçao, o "partido dos mortos", se não for devidamente documentado poderá decidir quem será o futuro presidente. Por conta disso, já há quem defenda a convocação do Ministério Público para atuar como fiscal das eleições tricolores, assim como foi feito no Vasco, nos tempos da vitória de Roberto Dinamite.
Andrei Toribio
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" Tricores do céu e da terra "
ResponderExcluirpela saco